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2012-08-07

Três CREOULAS em Aveiro

Pela primeira vez desde a campanha de pesca do bacalhau de 1970, os três lugres portugueses da classe CREOULA estiveram juntos num mesmo cais: o do porto comercial de Aveiro, que serviu de palco à concentração de grandes veleiros e navios de treino de mar que deu corpo ao ÍLHAVO SEA FESTIVAL.
Os navios gémeos CREOULA e SANTA MARIA MANUELA entraram juntos em Aveiro na manhã de 3 de Agosto procedentes de Cádis atracando pela proa do antigo ARGUS de 1939, resgatado na ilha de Aruba pela empresa Pascoal, e que aguarda reconstrução e regresso ao registo português. 
O CREOULA e o seu irmão gémeo SANTA MARIA MANUELA foram construídos em Lisboa em 1936-37 para a Parceria Geral de Pescarias e Empresa de Pesca de Viana enquanto o ARGUS foi construído na Holanda em 1938-39 para a Parceria, que o vendeu em 1974 a interesses canadianos. Revendido a americanos, foi transformado para cruzeiros turísticos nas Caraíbas com o nome POLYNESIA, o que lhe permitiu resistir aos anos e navegar até ter sido resgatado novamente por interesses portugueses. 
Os dias 3, 4 e 5 de Agosto de 2012 ficam pois na história dos navios e do mar portugueses. Foi um sonho tornado realidade poder observar os três lugres no mesmo cais, o que aumenta o nosso desejo de que num futuro não muito afastado seja possível registar aqui a notícia da inauguração do ARGUS renovado. Entretanto, o ARGUS foi salvo de uma destruição muito provável, o SANTA MARIA MANUELA está a navegar em excelentes condições e tornou-se num navio magnífico e o nosso veterano CREOULA continua a sua ilustre carreira de navio de treino de mar iniciada há 25 anos, que tão bons resultados tem proporcionado. 
Espero ainda um dia poder ver os três navios no mar novamente...









Enquanto esse dia não chega, ficamos com a alma cheia de imagens dos três CREOULAS em Aveiro. Fotografias tiradas a 4 e 5 de Agosto último. Três belos navios, três expressões do melhor que o mar português significa para nós. Um mar a conjugar no presente e no futuro feito de homens e navios. Um obrigado sentido a todos os que com muito trabalho se empenharam para proporcionar este encontro inesquecível. Vivam os CREOULAS, viva a Pascoal, viva a Marinha, viva Portugal. 
Texto e imagens /Text and images copyright L.M.Correia. Favor não piratear. Respeite o meu trabalho / No piracy, please. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

2011-04-23

ARGUS no Atlântico Norte

Imagem do famoso lugre ARGUS de 1939, o irmão mais novo do CREOULA, que em 1950 levou o escritor australiano Alan Villiers à faina do bacalhau, dessa viagem tendo resultado o livro THE QUEST OF THE SCHOONER ARGUS, de todos conhecido.
Nesta velha fotografia o ARGUS regressa a Portugal carregado de bacalhau, com os porões cheios para descarregar frente à Azinheira Velha, no rio Coina, para lá do Barreiro.
Passados anos o ARGUS foi vendido e transformado num veleiro para cruzeiros nas Antilhas com o nome POLYNESIA. Depois de muitas viagens turísticas, a empresa faliu e o antigo ARGUS foi resgatado de um desmantelamento anunciado pela empresa PASCOAL, que o comprou em Aruba e rebocou para a Gafanha da Nazaré, onde o navio aguarda pacientemente um futuro melhor que deverá passar pela reconstrução em moldes idênticos à do SANTA MARIA MANUELA.
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2011-04-18

TRÊS IRMÃOS

Diz o ditado que "não há uma sem duas nem duas sem três" e a sabedoria popular aplica-se no meu roteiro fotográfico da semana passada: dia 13 de Abril tive mais uma oportunidade de fotografar em boas condições o NTM CREOULA a sair a barra do Tejo e a navegar na baía de Cascais; no dia seguinte, em Aveiro e na Gafanha da Nazaré foi a vez de registar imagens dos irmão do CREOULA: o ARGUS na doca seca da Navalria e a sair da doca para regressar ao seu posto de atracação na Gafanha da Nazaré, juntamente com o SANTA MARIA MANUELA, em preparativos finais para uma grande viagem ao Canadá a iniciar dia 19 de Abril, quando o navio larga de Aveiro directo a Toronto. 
Aqui fica a partilha de algumas imagens dois três irmãos e o desejo de um dia voltar a ver o ARGUS a navegar, remoçado e bonito como os seus irmãos e mais: ver organizar-se um evento náutico com a participação das três unidades da classe CREOULA.

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2011-04-15

ARGUS EM BENEFICIAÇÕES

O antigo lugre ARGUS esteve na doca seca do estaleiro NAVALRIA em reparação e a tratar o casco que já não era submetido a este tipo de cuidados periódicos desde 2007. O ARGUS deixou a doca ontem, 14 de Abril de 2011 e antes de se proceder ao alagamento da mesma o BLOGUE DO CREOULA fez uma inspecção fotográfica a sonhar com o dia em que todos possamos ver juntos no mar as três unidades da classe CREOULA: o CREOULINHA ele mesmo, o seu gémeo remoçado SANTA MARIA MANUELA, e o ARGUS, em que viajou Villiers...



Enquanto o sonho não se materializa, há que cuidar do ARGUS e foi o que a empresa PASCOAL fez, uma vez mais com a dedicação exemplar de sempre, procedendo à docagem e reparação do casco do navio, que já voltou à Gafanha da Nazaré, onde aguarda oportunidade para ser reconstruído.
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2011-03-09

Os outros CREOULAS




SANTA MARIA MANUELA vai ao Canadá

O SANTA MARIA MANUELA vai comemorar os 74 anos do lançamento à água em águas canadianas, devendo entrar em Toronto exactamente no dia 10 de Maio de 2011, data em que foi lançado à água com o seu gémeo CREOULA em Lisboa, no ano já distante de 1937.
O actual armador do navio está a organizar uma grande viagem transatlântica aos Açores e Canadá, com partida de Aveiro já no dia 18 de Abril e passagem por Ponta Delgada a 25 e 26 de Abril.
Foto e texto de Luís Miguel Correia - 2011

2010-09-02

Acerca do ARGUS

A Campanha do ARGUS (por David Azevedo Lopes in Diário de Notícias, 26 Abril 2009)
Na passada segunda-feira, dia 6 de Abril, uma chuva mansa e silenciosa trouxe do mar o mais mítico navio português da século XX. Regressou ao País quase anónimo, puxado por um rebocador espanhol que o resgatou das latitudes do Sul e de um tribunal que por arresto o leiloou em Aruba.
Diz quem sabe que ao partir, vendido, em 1975, levou as lágrimas de milhares de homens do mar e virou a última página da maior aventura portuguesa do século passado: a faina do bacalhau nos mares do Norte. Vestiu-se depois de madeiras que nunca tinha conhecido. Camarotes com casas de banho, que nunca houvera visto, bares e música para servir e animar nas Caraíbas os turistas maravilhados por este lugre de quatro mastros de novo baptizado como Polynesia.
Quando rumei à Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, avisaram-me que iria encontrar um navio desfigurado, transformado profundamente pela sua segunda vida, talvez perdido e estragado para sempre. Regressei com a ideia contrária. Foi quem o pôs a navegar do outro lado do mundo que o salvou, mesmo que hoje pareça um destroço. Foi quem lhe deu destino, que sem intenção, preservou uma peça insusbstituível da história portuguesa que muitos desconhecem e alguns desprezam. Como não compreender quem advoga que a dimensão e a grandeza de um povo e de um país tem na sua essência o modo como vive e promove a sua cultura. Somos um país de uma riqueza marítima incomensurável, com um traço destintivo e identitário ligado ao oceano, caminho para construir um posicionamento de modernidade e de diferenciação. Somos a maior nação oceânica da Europa e uma das maiores do mundo. E somos também capazes de não saber o que fazer com isso. Utilizamos timidamente os recursos do mar e os nossos portos. Temos uma das mais baixas taxas de navegação de recreio da europa ocidental. Um país onde quem tem um barco, por mais pequeno que seja ou é rico ou é considerado como tal. Não temos nas nossas escolas básicas e secundárias disciplinas ou actividades que nos liguem ao mar. E até a ideia da nossa Expo 98 e dos seus Clubes do Mar, bem como todo o investimento que aí foi feito, desapareceu e não voltou a dar à costa. Dizemo-nos um país de marinheiros, mas não é verdade. Os portugueses não vão ao mar , vão à praia.
E é por isso, e por ser tão evidente que a economia do mar é a nossa maior oportunidade e vocação, que quase não se estranha que dois empresários, Aníbal Paião e João Vieira, donos da empresa Pascoal, desde sempre ligados à pesca e ao comércio do Bacalhau, tenham nas mesmas semanas em que amarguradamente discutíamos a crise e o eventual afastamento da selecção portuguesa da fase final do Mundial da África do Sul, rumaram ao Caribe e do seu bolso resgataram o Argus de todos nós. Talvez também não se saiba que estes mesmos empresários, no próximo mês de Outubro e após anos de luta e alguns milhões de euros de investimento privado, irão concretizar um outro sonho: colocar a navegar, totalmente recuperado o navio Santa Maria Manuela, navio gémeo do navio Creoula da Marinha Portuguesa, ambos construídos em Lisboa em 62 dias no ano de 1937. De repente Portugal, desanimado, distraído e desfocado, ganha uma frota única no mundo. Três veleiros de quatro mastros. E que são mais do que três navios. São a expressão de que nada acontece por acaso e que só com trabalho, visão e paixão, nos tornamos melhores e actuamos na nossa predestinação.
A meio do século passado alguns milhares de portugueses enfrentavam nos mares do Norte uma das mais difíceis jornadas de trabalho e de sobrevivência que a humanidade conheceu. Os verdadeiros super-homens não são os da Marvel ou de Hol- lywood. Foram os pescadores portugueses que pescando à linha e em pequenas embarcações de madeira, passavam seis meses sozinhos no meio do mar. Uma jornada tão dura que quem a fizesse ficava livre do serviço militar obrigatório e dos seus quatros anos de duração.
Somos, no entanto, já filhos de outro tempo e é por isso que a inspiração de homens como Anibal Paião e João Vieira nos podem fazer acreditar que afinal, a crise somos nós.
Naquele dia cinzento de Abril algumas centenas de pessoas e familias inteiras e bloguistas correram a Ílhavo para ver que o navio não era fantasma. A notícia correu célere . Ainda bem que não sou editor televisivo. Arriscar-me-ia a ter uma fraca audiência, abrindo as notícias com este navio chegado da bruma.
Texto de Abril de 2009. Fotografias de Agosto de 2010. Imagens / Images copyright L.M.Correia. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

2010-05-27

NAVIOS DA CLASSE CREOULA


Em 1936 a Parceria Geral de Pescarias encomendou ao arquitecto naval iglês Alexander Slatter o projecto de uma nova classe de bacalhoeiros de aço, inspirados nas famosas escunas da Nova Escócia, cujo resultado foi um belo veleiro de quatro mastros e proa lançada, considerado no decorrer da sua carreira o tipo de navio mais prático para a pesca do bacalhau com dóries, de que se construíram três unidades: o CREOULA e o SANTA MARIA MANUELA no ano de 1937, e o ARGUS em 1939.
Os dois primeiros estão a navegar actualmente como navios de treino de mar enquanto o ARGUS aguarda transformação no porto de Aveiro.
O antigo Grémio dos Armadores da Pesca do Bacalhau editou um album com fichas descritivas de todos os navios de pesca de bacalhau portugueses, reproduzindo-se as páginas relativas ao CREOULA e irmãos.

2010-05-25

Empresa de pesca salva lugres bacalhoeiros

"O Santa Maria Manuela (SMM) e o Argus são os dois lugres bacalhoeiros de quatro mastros que foram adquiridos e salvos da inactividade definitiva pela empresa de pesca e transformação de pescado Pascoal & Filhos, S.A. Os navios vão ser aproveitadas para o "turismo de vocação marítima" e prevê-se que o SMM faça as suas primeiras viagens temáticas já neste verão.
Aníbal Paião, um dos accionistas da Pascoal & Filhos, explicou ao Diário de Notícias em que consiste a nova vertente turística que pretende promover: "Não é turismo de massas, é turismo de nicho. O navio leva 50 pessoas, é intmista e queremos que seja também familiar". 
O SMM e o Argus faziam parte da Frota Branca portuguesa que, na época da II Guerra Mundial, reunia um conjunto de navios de pesca do bacalhau, todos pintadas de branco, como sinal da neutralidade lusa no conflito. Em 1993, o SMM parou a actividade, apesar da extinta Fundação SMM ter tentado recuperar o navio.
Em 2007, a Pascoal adquiriu o SMM, do qual apenas restava o casco. Os sócios Aníbal Paião e João Vieira avançaram com a restauração de um dos mais célebres símbolos da faina maior. Actualmente, o SMM mantém um aspecto exterior próximo do original, mas o interior foi completamente remodelado - salas para reuniões, ar condicionado, cozinha mais espaçosa e moderna e camarotes com casa de banho privativa são algumas das novas valências do navio.
As viagens temáticas a bordo do SMM terão como destinos os Açores, a Madeira e o Mediterrâneo. As pessoas participantes, "se quiserem, são divididas por grupos, fazem quartos (turnos de quatro horas), navegação antiga e moderna, leme, vigia, faina das velas, podem ir para a cozinha ou acompanhar o oficial maquinista", explicou Aníbal Paião ao Diário de Notícias.
Nos planos encontram-se ainda viagens ao Canadá, Islândia e Noruega, ao serviço da "divulgação da história da pesca do bacalhau" e para "encontrar-se com outros navios da empresa que estão a operar e mostrar como é a pesca em alto mar".
Entretanto, o SMM já realizou a sua primeira viagem turística rumo a Lisboa, para participar nas cerimónias oficiais de recepção ao Papa Bento XVI.
Por sua vez, o ARGUS - que de momento se chama "Polynesia" - foi comprado pela empresa em 2008 e está, neste momento, a aguardar restauração. 
A empresa Pascoal & Filhos foi fundada em 1937 pela família Pascoal, de Aveiro sendo uma das poucas empresas armadoras portuguesas com navios de pesca de bacalhau ainda em actividade.
A imagem mostra os lugres SANTA MARIA MANUELA e POLYNESIA (ARGUS) atracados na Gafanha da Nazaré no dia 24 de Maio de 2010, fotografados por Luís Miguel Correia
Resumo de texto publicado dia 24 de Maio de 2010 no Diário de Notícias, corrigido e editado para o BLOGUE DO CREOULA por Luís Miguel Correia.

2010-03-10

S / V POLYNESIA ex-ARGUS





















Navio de cruzeiros à vela POLYNESIA segundo apresentação inserida na brochura de 1994 da companhia Windjammer Barefoot Cruises, de Miami.
Como se vê logo pela proa, trata-se do antigo lugre bacalhoeiro português ARGUS de 1939, irmão mais novo do CREOULA, que agora aguarda na Gafanha da Nazaré uma decisão quanto a uma eventual recuperação nos mesmos moldes do SANTA MARIA MANUELA.
Texto e fotografias de colecção de Luís Miguel Correia. Direitos reservados (copyright)

2009-02-26

ARGUS de 1939 comprado pela Pascoal

O antigo lugre português ARGUS, construído há 70 anos na Holanda, foi comprado no porto de Aruba pela empresa PASCOAL, de Ilhavo e vai regressar a Portugal.
O navio chama-se actualmente POLYNESIA e estava arrestado em Aruba desde Outubro de 2007 por abandono do anterior armador.
O ARGUS / POLYNESIA foi comprado em leilão no dia 22 de Janeiro de 2009 e deverá ser rebocado para Aveiro.
O novo armador conta a história da compra do ARGUS no site THE NEW QUEST FOR THE SCHOONER ARGUS aqui...
Texto de L. M. Correia e imagem da colecção Luís Miguel Correia. Direitos reservados (copyright)

2008-02-28

Lugre ARGUS em Belém


Fotografia do Tejo tirada a 10 de Abril de 1969 vendo-se o lugre ARGUS da Parceria Geral de Pescarias carregado e preparado para a campanha.
O navio está fundeado em frente a Belém, onde se fazia a concentração final da frota bacalhoeira para as cerimónias de benção e despedida, ritual repetido todos os anos.
Texto de L. M. Correia. Fotografia da colecção de Luís Miguel Correia. Direitos reservados (copyright)

2007-11-10

ALFAMA e o CREOULA...


O lugre CREOULA atravessou o Tejo e veio do Alfeite de fim de semana até à Doca da Marinha. Escondido por entre o casario de Alfama sempre lhe conseguimos fotografar os mastros engalanados. Que pena o CREOULA e os outros magníficos navios de vela da Marinha Portuguesa não estarem habitualmente mais visíveis relativamente à mui nobre arraia miuda lisboeta. É importante mostrar os navios para desenvolver o gosto pelo Mar...
Texto e fotografias de Luís Miguel Correia. Direitos reservados (copyright)

2007-05-28

LUGRE ARGUS EM LISBOA


Lugre bacalhoeiro ARGUS, da Parceria Geral de Pescarias, fundeado no Tejo em frente a Belém, para a tradicional cerimónia de benção dos bacalhoeiros, que todos os anos tinha lugar em Abril.
O ARGUS era o irmão mais novo do CREOULA e SANTA MARIA MANUELA, tendo sido construído na Holanda em 1939, e apresentando diversas alterações de características relativamente ao CREOULA, nomeadamente maior boca, leme compensado, escotilhas mais amplas.
O facto de as escotilhas serem maiores proporcionou que o navio fosse utilizado como cargueiro na carreira das Ilhas durante a Segunda Guerra Mundial, nos meses de Inverno.
O ARGUS ficou famoso por ser a estrela do livro de Allan Villiers "The Quest of the Schooner ARGUS" e actualmente navega nas Caraíbas como navio de cruzeiros com o nome POLYNESIA.
Texto de Luís Miguel Correia. Imagem de autor desconhecido, da colecção L. M. Correia. Direitos reservados (copyright)

POLYNESIA ex-ARGUS

Imagens actuais do antigo ARGUS da Parceria Geral de Pescarias, irmão do CREOULA e do SANTA MARIA MANUELA, embora com melhoramentos significativos introduzidos no plano original.
Fotografias tiradas nas Caraíbas pelo capitão Benoit Donne, comandante do navio de cruzeiros CLUB MED 2.
Texto de Luís Miguel Correia e fotografias de Benoit Done. Direitos reservados (copyright)