2011-03-19

QUATRO CISNES


A Base Naval de Lisboa apresentava ontem estas imagens surpreendentes de quatro cisnes brancos:

Um de aço com quatro mastros amarelos, armação em lugre e uma história magnífica de verdadeiro ícone do mar português, com mais de 70 anos nos oceanos;

Os outros três fazem parte de um grupo de cisnes que adoptaram recentemente as águas da Base do Alfeite e nesta imagem saudavam o CREOULA, cujo costado se vê com a sua chapa rebitada que se quer eterna...

Fotografias de Luís Miguel Correia - 2011

Mastros amarelos...



Na Base Naval de Lisboa, no Alfeite, o lugre de quatro mastros CREOULA prepara-se para para mais uma época de embarques e viagens pelo Atlântico e Mediterrâneo.

Impecavelmente pintados, os mastros brilham no amarelo tradicional do navio...

Imagens datadas de 18-03-2009.

2011-03-15

CREOULA em dia de boa pesca

Convés do CREOULA num dia de boa pesca durante a campanha de 1948, em águas do Gronelândia.
Fotografia tirada a 28 de Julho de 1948 pelo então Piloto do navio José Fraga e publicada no livro de João Gomes Vieira O HOMEM E O MAR - Os Açoreanos e a Pesca Longínqua nos bancos da Terra Nova e Gronelândia, publicado em 2004.

Os 62 dias do CREOULA...

A ideia de que o CREOULA foi construído em 62 dias tem que se lhe diga e penso que a realidade será um pouco diferente. 
O navio foi encomendado em 11 de Setembro de 1936 ainda à Sociedade de Construções Navais, empresa que deixou de ser concessionária do estaleiro naval da AGPL à Rocha do Conde de Óbidos, a 1 de Janeiro de 1937, quando aquela infraestrutura industrial foi entregue a CUF. As encomendas dos navios COMANDANTE PEDRO RODRIGUES (Para os Pilotos de Lisboa), CREOULA,  e SANTA MARIA MANUELA foram assim herdadas pela CUF. 
A história "oficial" dos 62 dias úteis de construção do  CREOULA tem de ser vista na perspectiva da época enaltecendo as qualidades dos nossos operários, etc..., como forma de aumentar a auto-estima nacional e reconhecer as virtudes do Governo da época e em especial do Chefe. O próprio estaleiro, sob orientação da CUF passou a estar integrado numa organização poderosa com uma boa máquina de propaganda que apresentava todas as realizações do estaleiro com superlativos e alguma exaltação realçando-se a nacionalização do estaleiro e da industria naval,como contraponto aos interesses franceses que dominavam a anterior concessionária. 

Assim as datas associadas à construção do CREOULA são:

11 de Setembro de 1936: contrato de encomenda

3 de Fevereiro de 1937: assentamento da quilha

10 de Maio de 1937: lançamento à água

30 de Junho de 1937: saída de Lisboa para a primeira campanha de pesca.

Os dias que o navio demorou a ser construído devem ser referidos desde a data de encomenda até à data de entrega, que foi Junho de 1937... 
De qualquer das formas, criar o CREOULA e o seu irmão em poucos meses foi um feito a assinalar... Hoje perdemos a capacidade demonstrada em 1937. Uma lancha hidrográfica como a AURIGA, construída no Alfeite, demorou quase 4 anos desde o assentamento da quilha a 17 de Setembro de 1984 até ao lançamento (26-05-1987) e a entrega a 2 de Março de 1988...

2011-03-09

Os outros CREOULAS




SANTA MARIA MANUELA vai ao Canadá

O SANTA MARIA MANUELA vai comemorar os 74 anos do lançamento à água em águas canadianas, devendo entrar em Toronto exactamente no dia 10 de Maio de 2011, data em que foi lançado à água com o seu gémeo CREOULA em Lisboa, no ano já distante de 1937.
O actual armador do navio está a organizar uma grande viagem transatlântica aos Açores e Canadá, com partida de Aveiro já no dia 18 de Abril e passagem por Ponta Delgada a 25 e 26 de Abril.
Foto e texto de Luís Miguel Correia - 2011

2011-03-04

Memórias de uma Instruenda


«Contacto-vos a partir da esplanada do John David's de Cascais (virou um verdadeiro Peter's). É Domingo, dia 14 de Agosto de 2005, estão 40º, estou a beber uma Coca-Cola e a ouvir reggae muçulmano (?!), e escrevo-vos para vos contar o meu dia de hoje.

Desembarcámos na Terça-feira, não foi? Pois bem, só anteontem deixei de ouvir o gerador e de sentir a terra a abanar. Do aeroporto fui a correr a uma tasca com o Henrique (que vos manda saudades). No dia seguinte fartei-me de "trabalhar": fiz a Lista provisória, enviarei brevemente a definitiva. Na Quinta-feira pintei um quadro (ou seja, estraguei uma tela), uma praia e uns peixes, no meio do céu e do mar Azul (a minha máquina fotográfica acaba de ficar sem bateria, enviarei noutro dia), mas já me aconselharam a fazer um curso de pintura. Na Sexta-feira bati umas bolas e fui para a piscina. No Sábado tive uma almoçarada. Todas as noites tenho ido jantar às Festas do Mar de Cascais (sardinhadas, shots de ginginha em «chocolate cup», churritos e concertos a toda a hora), porque fundeados apenas não chega e já bastou estar na Horta a ver navios.

E hoje... embarquei numa canoa do Tejo genuína (chamada «Canastrinha», de 1887), oriunda da Moita, e participei numa regata simpática de canoas do Tejo genuínas que largou da Marina (algo penosa, pelo calor e pela falta de vento). Acabámos por ter de ser rebocados no final (pela «Lili Caneças» da Moita e pela «Boneca» de Cascais), porque o motor de 8 cavalos falhou!!! (onde é que já vi este filme?...) Mas vimos golfinhos, centenas de peixes, gaivotas, alforrecas e... MERGULHADORES! Imensos!!! Em frente à Boca do Inferno e no Cabo Raso! AMIGOS, venham mergulhar em Cascais! Ofereço-vos um serviço de proeira completo, com direito a cafézinho e a travesseiros e tudo!

As Festas terminam amanhã... com um fantástico concerto da Vanda Stuart e do Sérgio da Operação Triunfo e, à meia noite, haverá FOGO DE ARTIFÍCIO!!!

Agora está a haver uma largada de toiros na Praia dos Pescadores. Na Terça-feira, iniciarei as minhas deslocações diárias a Lisboa... a ver o Mar... O registo está bem assim?

Guardamos tantas recordações desta «Expedição», como as deveremos registar no Diário, Chefa? Por dia? Por quarto? Por mastro? Por pessoa? Por zona do navio?

Por dia: Segunda-feira, dia 8 de Agosto de 2005: estamos fundeados em frente à Horta, vê-se ao longe as barraquinhas das Festas do Mar, iluminadas pelo Sol, cheira a maresia, cheira a Verão, está-se tão bem no Mastro da Bujarrona (ninguém ainda reparou que estou na rede), mas obrigam-nos a ir a terra. Que maçada. Temos duas horas, duas horas apenas para mostrarmos o que valemos. Saltamos para as semi-rígidas, entediados. Por favor, despachem lá isso mas é, que temos uma festa Mémé a bordo às 18h00. Desembarcamos no pontão da Marina, subimos a correr as escadinhas que dão para a marginal, atravessamos e entramos no Peter's... que sensação. Sete gins depois, é hora de regressar, para nos arranjarmos para a festa. Foi um pouco estranho o regresso, porque as escadinhas de portaló não paravam quietas, aliás tinham-nos posto DUAS escadas... Às 04h43 da manhã do dia seguinte alguém continuava com sede.

Por quarto: aquele que fiz SOZINHA, das 04h00 às 08h00. Que maravilha, que tranquilidade, que sossego. Os meus chefiados eram altamente especializados e tinham palestras para preparar e fotoplâncton e dinoflagelados para recolher (o Reggae muçulmano acaba de passar a Reggae brasileiro: «Rasta no pé, corpo na canção, toca a Radiola, essa Maguinha é um furacão!» «Rita Ambrozina e Maria das Dores, de São Paulo, de Nova York e ainda dos AÇORES!!!»)

Por mastro: o Grande, como só podia ser! Nada como carregar o pano do alto da casota do Grande!

Por pessoa: preciso de trinta dias, dois deles só para o nosso Director de Treino.

Por zona do navio: o meu esconderijo, nas traseiras da casota da Mezena. A olhar a Bandeira de Portugal, a água num turbilhão, os pés no moitão, sentada na arca de madeira, a alma à deriva.

Um abraço a todos, um beijinho à Chefa,

Raquel I-13

Chefe do Grupo 3»

2011-03-03

Embuste filmico

Em Janeiro o Blogue do CREOULA divulgou a exibição deste filme documentário que foi transmitido pela RTP 2 na noite de Domingo 23 de Janeiro - noite de eleições presidenciais.
Vi e não goste. 
Não é um filme sobre o CREOULA, nem sobre a pesca do bacalhau, sério e isento, mas uma diatribe cinéfila cujos actores amadores não representam nada do que foi a grande aventura da frota branca nos mares gelados do Atlântico durante o século XX.
O guião está cheio de imprecisões e desonestidades algumas das quais atingem a raia do disparate.
Uma oportunidade perdida que aportou num caudal de homenagem à ignorância e à desmaritimização.
Porque o fenómeno da desmaritimização é além de económico e político, também cultural, e este documentário é a negação da cultura marítima.
Um mau filme vestido de pretensiosismo político-cultural. Só espero que semelhante embuste não tenha sido financiado com os meus impostos, isto é com o meu suor e sangue...
Texto de Luís Miguel Correia - 2011

Um jovem septuagenário...

A estética quando é plenamente conseguida, como acontece com o aspecto exterior do nosso CREOULA, proporciona uma dimensão intemporal aos objectos ou seres qualificados por esse conceito ao mesmo tempo abstracto e presente, palpável em termos de sentidos e presença material.
O CREOULA é de facto intemporal, como parece contar a sua história de mais de sete décadas sempre a engrandecer o nome de Portugal nos mares.
Dos muitos segredos que guarda a alma deste navio, um dos mais óbvios é a forma como o CREOULA interpreta e vive o segredo da juventude. Um jovem que dentro de dois meses fará 74 anos. Merece uma festa  é tempo de se começar a pensar no assunto...
Texto e fotografia de Luís Miguel Correia - 2011

2011-03-01

CREOULA de regresso à Azinheira...

As referências  ao lugre bacalhoeiro CREOULA na imprensa portuguesa do tempo em que ia à pesca do fiel amigo,  isto é de 1937 a 1973, são muitas vezes reduzidas a uma linha aqui e ali, como acontece com a rubrica dedicada  aos navios entrados em Lisboa e referidos na secção de movimento marítimo em Lisboa nas páginas do velho Jornal do Comércio. Normalmente era assim, apenas uma linha:
BARRA DE LISBOA - Navios entrados e 16 de Setembro de 1956: (...) CREOULA, português, procedente da Gronelândia, com carregamento de bacalhau (...)
A largada tinha sido em Abril logo a seguir à cerimónia da bênção dos navios do bacalhau frente aos Jerónimos, começava-se a pescar nos bancos da Terra Nova, muitas vezes fazia-se escala em St. John's, para abastecer de isco e mantimentos e depois seguia-se para a Gronelândia para acabar de encher o porão e iniciar o regresso a Portugal, habitualmente durante o mês de Setembro. Antes da entrada em Lisboa fazia-se uma escala em Ponta Delgada para desembarcar os pescadores naturais de São Miguel, pois a Parceria Geral de Pescarias fazia questão de dar emprego aos pescadores açoreanos.
Chegado a Lisboa, o CREOULA seguia para a Azinheira, amarrando às bóias em frente à seca da empresa armadora. Procedia-se à descarga do peixe, efectuavam-se beneficiações ao navio e ia-se logo começando a  preparar a campanha do ano seguinte, numa rotina que parecia desafiar os ventos de mudança que se viviam no sector das pescas. Foi assim até 1973, no final de Dezembro desse ano o CREOULA alterou o registo na capitania do porto de Lisboa, de navio da pesca longínqua para o tráfego local "para posterior venda ou abate." A sorte não abandonou o carismático lugre pescador e passados alguns anos de incerteza deu-se a compra ao Estado Português e a sua reconversão para navio de treino de mar, actividade que continua a desenvolver sob os auspícios da Marinha...
Imagem da colecção de L. M. Correia com texto de Luís Miguel Correia - 2011

2011-01-27

Recordando a visita do SANTA MARIA MANUELA


O SANTA MARIA MANUELA visitou Lisboa pela segunda vez desde que foi reconstruído em Outubro último, tendo largado para Aveiro a 27 de Outubro, uma manhã belíssima de sol que nos permitiu registar a largada com alguma felicidade, partilhada aqui parcialmente com algumas fotografias.

Tendo sido construído lado a lado com o CREOULA e lançado à água no mesmo dia e local, 10 de Maio de 1937, ambos vão fazer 75 anos em Maio de 2012, o que poderia dar lugar a uma qualquer manifestação cultural de grande visibilidade, que poderia ser uma regata ou um encontro dos gémeos... Está na altura de se pensar no assunto que o tempo passa a correr...
E já agora, uma desta fotografias mostra claramente uma das diferenças actuais mais visíveis do SANTA MARIA MANUELA relativo ao CREOULA. De que estamos a falar?



Texto e imagens de Luís Miguel Correia - 2011

2011-01-26

Blogue do CREOULA com 25 mil visitas

O blogue "Lugre CREOULA de 1937" recebeu hoje a visita nº 25.000, a que correspondem mais de 53.000 páginas consultadas, o que nos dá uma grande satisfação por traduzir o interessa que o CREOULA merece principalmente em Portugal.
Este blogue foi criado em Maio de 2007 por Raquel Sabino Pereira e Luís Miguel Correia por ocasião da comemoração dos 70 anos do navio, pretendendo-se registar aspectos da vida e história do CREOULA e colaborar na sua divulgação de forma isenta e esteticamente apelativa.
Desde Maio de 2007 já publicámos 207 "post" e mais de 250 fotografias, na sua maioria inéditas. Recebemos entretanto os mais diversos incentivos e apoios, nomeadamente por parte da Marinha e de oficiais ligados ao navio, bem como de alguns bons amigos do CREOULA.
Se há alguém a quem felicitar deverá ser, em primeiro lugar ao navio de treino de mar CREOULA e a todas as boas vontades públicas e privadas associadas à existência activa deste belo navio português que nos ultrapassa de certa forma, sendo considerado verdadeiramente património marítimo da humanidade, se tivermos em conta a beleza do CREOULA e o facto relevante de ter sido o último grande veleiro mercante activo na pesca no Atlântico Norte, de 1937 a 1973.
O nosso obrigado a todos os que por aqui vão passando, com a esperança de assim continuarmos por muitos anos com o CREOULA a navegar...

Raquel Sabino Pereira e Luís Miguel Correia - 2011

CREOULA na pesca do bacalhau

Fotografia muito curiosa do lugre bacalhoeiro CREOULA fotografado em plena faina na sua fase final ao serviço da Parceria Geral de Pescarias, mostrando a popa do navio com alterações significativas face ao aspecto actual, reposto quando da sua transformação na década de 1980, quando se aproximou a traça do navio do desenho original, dentro do possível atendendo à nova função de navio de treino de mar.
Imagem oferecida por Nuno Bartolomeu a quem agradecemos o envio. Autor desconhecido.
Luís Miguel Correia -2011

2011-01-23

Sempre o CREOULA

Mais algumas imagens do CREOULA tiradas durante a visita a bordo no passado dia 18 de Janeiro...


Sempre bonito o navio e dá gosto ver o cuidado e dedicação com que é tratado pela Marinha e em especial pelo actual Comando, Oficiais e guarnição.
Fotografias de Luís Miguel Correia - 2011

2011-01-22

A bordo do CREOULA

Estes últimos de dias de sol têm sido bem aproveitados a bordo do CREOULA para trabalhos de manutenção geral e pintura, tudo feito com muita dedicação pela guarnição do navio atracado à Base Naval de Lisboa, no Alfeite.
Aqui ficam mais algumas imagens tiradas a 18 de Janeiro deste ano.
Fotografias de Luís Miguel Correia - 2011


CREOULA na RTP 2 Domingo 23 Janeiro


A não perder: no próximo Domingo 23 de Janeiro, pelas 21H00, a RTP canal 2 vai exibir o filme "A Outra Guerra", que foi apresentado no Festival DocLisboa, no passado mês de Outubro.A bordo do último lugre português da pesca do bacalhau – o CREOULA –, três antigos pescadores da grande faina contam as razões das suas escolhas. Recordam as campanhas de seis intermináveis meses nas águas geladas dos bancos da Terra Nova e as duras condições de vida e de trabalho da sua juventude.
Um filme realizado por Elsa Sertório e Ansgar Schäfer, produzido pela Kintop.

2011-01-21

CREOULA na Base Naval de Lisboa

O nosso belíssimo CREOULA atracado ao cais na Base Naval de Lisboa com o sol de Janeiro a enaltecer o contraste feliz do antigo bacalhoeiro rodeado de unidades navais diversas: em primeiro plano os submarinos TRIDENTE e BARRACUDA e a lancha-hidrogáfica ANDRÓMEDA de braço dado com a sua gémea AURIGA. Ao fundo a corveta JOÃO COUTINHO. Fotografia de 20 de Janeiro de 2011.
Fotografia de Luís Miguel Correia - Copyright 2011

2011-01-20

CREOULA 18-01-2011

O CREOULA continua atracado no Alfeite, onde está a ser submetido a reparações diversas e operações de manutenção técnica, com vista à nova série de viagens de instrução e de apoio à investigação cientifica a decorrer em 2011.
Fotografias de Luís Miguel Correia - 2011 

2011-01-19

POPA do CREOULA

Pormenor da popa do lugre CREOULA atracado à base naval do Alfeite, dia 18 de Janeiro de 2011...
Fotografia de Luís Miguel Correia - 2011

Roda de leme azul

A minha primeira imagem do CREOULA neste novo ano de 2011: roda de leme em modo azul e branco, com o CREOULA em período de manutenção e pequenos fabricos atracado à Base Naval de Lisboa, em princípio até Abril e nova temporada a proporcionar experiências de mar a grupos de civis...
Fotografia tirada a bordo dia 18 de Janeiro de 2011.
Imagem de Luís Miguel Correia - 2011

2011-01-17

CREOULA no Outão 5-10-2010




Saída de Setúbal do NTM CREOULA na tarde de 5 de Outubro de 2010, em viagem de instrução com alunos do Chapitô. Tratou-se da última viagem do navio relativa ao programa de 2010, cuja operação terminou com a chegada do navio ao Alfeite na manhã de 10 de Outubro.

2011-01-16

Adivinhem quem vem lá...

É o CREOULA, pois claro, fotografado em aproximação ao sanatório do Outão, a caminho da barra do rio Sado no passado dia 5 de Outubro de 2010, na viagem com os alunos do Chapitô...

2011-01-13

CREOULA Maio 2010

Algumas imagens de pormenor do NTM CREOULA para recordar e matar saudades deste belo navio.
Imagens registadas a bordo, na tarde de 22 de Maio de 2010, a navegar na costa do Algarve próximo de Portimão... 
Fotografias de Luís Miguel Correia - 2010


2010-12-09

CREOULA na Base Naval de Lisboa

Após mais uma série de viagens de treino de mar e investigação científica decorridas de Abril a Outubro de 2010, o Navio de Treino de Mar CREOULA encontra-se agora atracado na Base Naval de Lisboa, ao Alfeite, onde passará o Inverno entregue aos cuidados do comando e guarnição. Ao mesmo tempo, estão a ser efectuadas diversas beneficiações do navio.
Fizemos mais uma visita ao navio na tarde de 7 de Dezembro e aqui ficam algumas fotografias com essa data...
O CREOULA é um navio histórico que devia ser considerado PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE, pelas suas caraterísticas únicas e vocação altruísta. Completará 75 anos já em 2012.
Texto e imagens de Luís Miguel Correia-2010

EMBARCAR NO CREOULA EM 2011

A todos os indivíduos ou organizações interessados em considerar uma experiência única num dos mais belos navios do Mundo, informa-se que estão abertas inscrições para organizar embarques no Navio de Treino de Mar CREOULA em 2011.


Os embarques a bordo do CREOULA destinam-se a proporcionar a prática marítima quer a candidatos a profissionais do mar, quer a instruendos de treino de mar, quer ainda à preparação da juventude em geral. Oferecem ainda uma excelente oportunidade para se desenvolver no MAR actividades normalmente feitas em terra ou para se fazer TEAM-BUILDING, na perpetuação de uma tradição marítima sem igual no MUNDO.

As candidaturas devem ser apresentadas ao Ministério da Defesa Nacional (por carta ou por mail para gcrp@sg.mdn.gov.pt) ou ao Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada (por carta ou por mail paragabcema.divulgacao@marinha.pt) fazendo referência à seguinte informação:
  • Quem são
  • O que pretendem
  • Onde gostariam de ir
  • Períodos de embarque, apresentando várias alternativas e eventuais condicionantes para as datas pretendidas.
Antes de formalizar a candidatura devem contactar com o navio (por email para creoula@marinha.pt ou por telefone a partir do n.º 21 303 8520) a fim de averiguar a viabilidade da proposta a apresentar, nomeadamente no que respeita à duração das várias tiradas. 
Podem consultar das Normas Gerais de Embarque que se encontram disponíveis para download na área de documentação da página oficial do CREOULA (AQUI).
Texto do NTM CREOULA, R. S. Pereira e L. M. Correia. Imagens de R. S. Pereira e L. M. Correia - 2010

2010-12-06

CREOULA e ZÉZITO

Rebocador ZÉZITO prestando assistência ao CREOULA à chegada das Selvagens a 5 de Julho de 2010. Fotografia de Luís Miguel Correia - 2010

Chegada à BNL

Pormenor do CREOULA e elementos da guarnição à chegada a Lisboa após expedição científica às Selvagens, no dia 5 de Julho de 2010.
Fotografia de Luís Miguel Correia - 2010